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NUM.IS

Mapa de Nascimento

Uma data de nascimento e o resultado aparece aqui mesmo, de graça. A leitura completa também é gratuita — chega por e-mail e fica com você.

O número não custa nada e não pede endereço. A leitura escrita também é gratuita — o e-mail serve para enviar o documento a você.

A resposta aparece nesta tela mesmo — para isso não é preciso e-mail.

O que há dentro da leitura completa

O sumário do próprio documento, capítulo por capítulo, na ordem em que foram escritos. A leitura é montada a partir desta lista — não é uma relação de assuntos que ela poderia cobrir.

9 capítulos

  1. Com que facilidade você insiste na própria vontade
  2. Como se lida com a carga numa distância longa
  3. A disposição de agir sem garantias
  4. A reserva de força com que se começa, e o ritmo que se sustenta
  5. Raciocinar pela cadeia, ou apreender o todo de uma vez
  6. Como você lida com a palavra dada
  7. A atração por aquilo que pode ser verificado
  8. O gosto por um trabalho cujo resultado se vê
  9. A memória, e como se completa o que falta

Todos os capítulos chegam por e-mail num documento só — de graça, pronto para imprimir, e ele fica com você.

Um diagrama dá para olhar, mas não dá para conferir. O documento começa mostrando como cada número dele foi obtido — a soma escrita linha por linha — e, onde um valor vem do motor de cálculo e não de uma soma, ele diz isso ali mesmo, em vez de deixar passar por aritmética.

Ver um exemplo completo do relatórioLeia inteiro antes de digitar qualquer coisa: um exemplo completo do relatório está publicado para uma data inventada — o mesmo arquivo que você recebe, aberto até o último capítulo, sem nada retido.

O mapa de nascimento mostra o que a data deu de sobra a uma pessoa, o que deu uma vez só e o que não trouxe. Os algarismos são distribuídos por nove células, uma para cada número de 1 a 9 — informe dia, mês e ano e veja quais apareceram e quantas vezes.

O mapa mostra a data inteira de uma vez

A maior parte dos cálculos por data devolve um número só. Este devolve uma distribuição: em vez de reduzir a data a um valor, mantém cada algarismo onde ele caiu. O que se lê é o desenho — o que a data trouxe, o que trouxe repetido, e o que ficou sem nenhuma ocorrência.

Na tela, cada uma das nove células traz o próprio algarismo repetido tantas vezes quantas ele aparece: dois 9 aparecem como 99, um 5 sozinho aparece como 5, e uma célula sem ocorrência fica apenas com um ponto claro. O número pequeno no canto identifica a célula e não faz parte da contagem.

Da data escrita às nove células

A data entra em algarismos, com dia e mês em dois algarismos e o ano em quatro: 7 de março de 1990 vira 07/03/1990, ou seja 0, 7, 0, 3, 1, 9, 9, 0. Os zeros entram na escrita da data mas não ocupam célula nenhuma — a grade vai de 1 a 9 e não tem lugar para eles.

Sobram cinco algarismos: 1, 3, 7 e dois 9. Cada um vai para a sua célula, numa grade de três por três em que a numeração desce coluna a coluna — 1, 2, 3 na primeira, 4, 5, 6 na segunda, 7, 8, 9 na terceira. Em 22/11/1978 sobram oito algarismos, três deles o mesmo 1, e o desenho fica bem mais carregado.

Dois pontos em que as escolas divergem

A primeira divergência é sobre o que merece atenção. Uma parte da tradição lê o mapa pelo que a data traz — os algarismos presentes, na ordem em que aparecem nas células. Outra parte começa pelo que falta e trata a ausência como o dado mais informativo do desenho. As duas leituras são antigas, e nenhuma tem como ser verificada por fora do método.

A segunda é sobre quanto peso dar à repetição. A leitura que sai deste cálculo separa a contagem em quatro faixas — o algarismo não aparece, aparece uma vez, aparece duas, ou aparece três vezes ou mais — e o texto de cada célula muda conforme a faixa. Escolas mais estritas só falam em reforço a partir da terceira ocorrência; outras já consideram duas suficientes.

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O que o mapa não alcança

A contagem não guarda a ordem em que os algarismos aparecem. Quem nasceu em 12/03/1990 e quem nasceu em 21/03/1990 recebem células idênticas, porque os algarismos são os mesmos e só a posição mudou. Datas distintas podem produzir o mesmo desenho, e o mapa não tem como distinguir uma da outra: a ordem sai da conta antes de a grade ser montada.

Também não há aqui data marcada nem acontecimento anunciado, e nenhuma célula dá conselho médico, jurídico ou financeiro. O que a tradição oferece é vocabulário: um jeito acordado entre praticantes de falar sobre inclinações. Isso não foi testado em experimento nenhum, e a única parte que você confere sozinho, no papel, é a contagem dos algarismos.

Perguntas

Perguntas frequentes

O que é o mapa de nascimento na numerologia?

É a leitura de uma data de nascimento pelos algarismos que ela contém, distribuídos em nove células. Em vez de um valor único, você vê a composição inteira da data de uma vez.

Mapa de nascimento e mapa astral são a mesma coisa?

Não. Mapa astral é termo de astrologia e depende de hora e coordenadas. O mapa desta página é numerologia: três campos — dia, mês e ano — bastam, e o que se conta são algarismos, não posições no céu.

Qual a diferença entre o mapa de nascimento e o quadrado de Pitágoras?

A grade é a mesma, três por três, de 1 a 9. A diferença está no que entra nela: este mapa conta apenas os algarismos com que a data é escrita. O quadrado de Pitágoras acrescenta às células dígitos de números de trabalho derivados da data, e sai mais cheio.

Preciso informar o nome completo?

Não. O formulário pede apenas dia, mês e ano. Os métodos que partem do nome convertem letras em números e formam outro conjunto de valores; eles não entram neste mapa e não alteram nenhuma célula.

Gêmeos têm o mesmo mapa de nascimento?

Têm, e idêntico. O cálculo lê apenas o dia, o mês e o ano, então minutos de diferença não entram em lugar nenhum. Separar duas pessoas nascidas na mesma data exigiria um método com outra entrada, como os que partem do nome.

Qual a diferença entre o mapa de nascimento e o número do caminho de vida?

Um conta, o outro soma. O caminho de vida junta todos os algarismos até sobrar um só — salvo 11, 22 e 33, que parte da tradição deixa de pé — e nessa soma se perde quantas vezes cada algarismo apareceu. O mapa guarda essa informação.

Quantas vezes um algarismo precisa se repetir para contar como reforçado?

Depende da escola. Esta leitura separa quatro faixas: nenhuma ocorrência, uma, duas, e três ou mais. Um texto que fala em «algarismo dobrado» sem dizer onde traça a linha não permite comparar dois mapas.

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